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O cantor Felipe Araújo falou sobre o irmão, Cristiano Araújo, em entrevista ao jornalista Leo Dias, do ‘Uol’. Cristiano, também artista sertanejo, faleceu em 2015, após um acidente de carro.

Durante o bate-papo, Felipe revelou que ainda sente a presença de Cristiano em determinados momentos da vida e da carreira. “Sinto ele presente. Falando de carreira, não me comparo, mas sinto ele presente em todos os momentos. Nos momentos complicados, por exemplo… Em um momento igual a esse, fico imaginando o que ele faria, numa situação como essa de coronavírus”, disse.

Quanto passa por adversidades e até por bons momentos, o cantor também se recorda do irmão e pensa que pode ter alguma interferência dele. “Às vezes, quando chega uma música, penso: ‘essa aqui o Cristiano pode ter me mandado’. E em alguns momentos muito bons também. No ano passado, realizei um grande sonho que foi participar do Rodeio de Barretos, no palco principal, e senti que a todo momento ele estava presente, ele estava se orgulhando, ele estava vendo tudo acontecer”, afirmou.

Felipe Araújo e o irmão Cristiano Araújo

Porém, o pensamento em Cristiano Araújo vem mais no sentido de “como ele agiria” em determinada situação. “Cristiano sempre foi o meu principal mentor na música. Ele que me ensinou basicamente as coisas que sei e sempre vi o Cristiano como um cara muito sábio para lidar com as situações. Ele lidava com tudo com muita leveza, muita sabedoria e levo isso como exemplo para mim”, disse.

FELIPE ARAÚJO PERDOA ZECA CAMARGO

Nesta mesma entrevista, Felipe Araújo foi perguntado se perdoaria o jornalista Zeca Camargo por uma crônica feita logo após a morte de Cristiano. Na ocasião, durante o ‘Jornal das Dez’, da Globo News, o apresentador questionou a popularidade do gênero sertanejo e do próprio Cristiano, além de criticar a comoção do público.

Felipe Araújo e o pai João Reis

“Não costumo falar sobre isso, porque foi uma coisa que passou, uma coisa que eu deixei para trás e tento nem pensar nisso? Eu deleto o que o Zeca Camargo fez, aquele texto que de certa forma foi desrespeitoso, mas era uma opinião dele”, disse, inicialmente.

Leo Dias, então, aponta que alguns jornalistas como Zeca Camargo não observam o que acontece no interior em termos culturais, já que começou a trabalhar em um período onde não existia internet. “Concordo e não sei se pode ser coincidência, mas acredito que, depois que tudo isso aconteceu, o sertanejo começou a entrar no Rio de Janeiro, começou a entrar no Nordeste, que era um lugar muito fechado, só com as músicas regionais. O sertanejo começou a invadir tudo”, completou Felipe Araújo.

Cristiano Araújo, João Reis e Felipe Araújo

Ao ser perguntado se perdoaria Zeca Camargo, Felipe foi categórico: “Perdoo, porque acho que foi um momento de infelicidade. Todo mundo está propenso a cometer erros. Ele cometeu um erro que foi grave, mas não estou aqui para julgar ninguém. Também erro bastante. Perdoo ele. Vou te falar uma coisa: o meu personal stylist é irmão dele, o Li Camargo”.

A reportagem pode ser lida, na íntegra, no ‘Uol‘. Há, ainda, uma versão em vídeo que pode ser conferida acima.

Estudante de Publicidade, baladeira de primeira hora, adora viajar, dançar, estabelecer 'pontes' entre novas e diferentes culturas. Atualmente se dedica a informar através do portal Os Bastidores

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