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Os Bastidores
Redação

Dinho Ouro Preto grava com Zimbra e diz que banda é ‘promessa da música brasileira’

Zimbra

Com participações de Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, e de Esteban Tavares, ex-Fresno, a banda santista Zimbra está em seu terceiro álbum “Verniz”, que traz canções com letras românticas com seu rock ora pop, ora alternativo.

“Eu me surpreendi com a qualidade da letra, a sofisticação do arranjo, a potência da banda e a beleza do timbre do vocalista”, conta Dinho Ouro Preto, que descobriu o Zimbra após receber uma das canções da banda pelo WhatsApp.

Tratava-se de “Orfanato”, uma das mais populares do Zimbra, do disco “O Tudo, o Nada e o Mundo”, de 2013. “As músicas do álbum eram, ao mesmo tempo, suaves e potentes. Era simultaneamente pop e alternativo.”

Com pouco mais de oito anos de carreira, os músicos comemoraram ao saber que Dinho havia se interessado pelo estilo musical da banda. “Estávamos pensando em alguns nomes para participar do disco e mesmo sem nenhum contato com ele, resolvemos arriscar”, lembra o vocalista Rafael Costa, que tem ao seu lado Vitor Fernandes (guitarra), Guilherme Goes (baixo) e Pedro Furtado (bateria).

A aproximação com Dinho também veio pelo aplicativo de mensagens espontâneas. Fernandes diz ter mandado, cheio de receios, para o vocalista perguntando se ele poderia cantar em uma música do novo disco deles –”Quem Diria”. “Lá fui eu. Eu os conheci, gostei deles, gravei e acho a banda uma das grandes promessas da música brasileira”, afirma Dinho.

Eles também convidaram Esteban Tavares para produzir o terceiro disco e participar da canção “Céu de Azar”. O ex-Fresno já havia colaborado com o single “A Cidade”, do segundo álbum “Azul” (2016), em parceria com a banda. “Ele é um cara sensacional e um músico como poucos. Temos uma amizade de anos e, quando pensamos em produzir o ‘Verniz’, ele foi o primeiro que procuramos. Tiramos sonoridades e timbres surreais. A participação dele em ‘Céu de Azar’ veio para coroar este lindo trabalho”, diz Costa.

Além do pop de “Quem Diria”, com Dinho, e “Céu de Azar”, com Esteban Tavares, o álbum é essencialmente romântico, com destaque para a bela “Toda Vez que Eu Erro”. Quem gosta de opções mais alternativas, pode avançar mais ao meio do álbum para ouvir “Sorte” e “Iguais”.

“Verniz” é o terceiro álbum de estúdio da banda de Santos, e a trajetória do grupo se tornou mais consistente após a participação no Lollapalooza, de 2015. Um ano depois, eles lançaram o primeiro disco “Azul”, e veria o sucesso chegar aos poucos. Hoje, eles acumulam fãs na internet –são mais de 100 mil ouvintes mensais reunidos nas principais plataformas digitais.

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